Mostrando postagens com marcador suzuki. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador suzuki. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Suzuki GSX 650F


Aqui está a prova de que motos esportivas não precisam ter apenas uma utilidade. Versátil e econômica a Suzui GSX650F oferece o melhor de vários estilos.

De relance você seria perdoado por pensar que a GSX650F pertence a família de superbikes da Suzuki. A GSX650F é totalmente carenada e estilizada com as cores padrões das GSX-R, até compartilha os farois duplos verticais da GSX-R1000 e as entradas de ar similares ao sistema SRAD. O painel de instrumento também foi herdado da linha GSX-R (incluindo o indicador de marcha), mas alguns sinais distinguem essa moto de suas irmãs superbikes, como o assento integrado e mais confortável. É uma motocicleta para uso diário que conseguiu combinar o bom senso com alta capacidade de diversão, e os resultados são impressionantes.

As superbikes da suzuki tem um visual inconfundível, elas são tão distintas que muitos motociclistas sonham em pertencer a esta família, mas as vezes a GSX-R não é a solução ideal. Talvez pela falta de experiência ou habilidade ou então pela necessidade de algo mais confortável e prático ou mesmo porque preferem uma moto menos agressiva e mais econômica. Daí a introdução da GSX650F, que é uma moto de valor acessível e um trampolim perfeito para a linha GSX-R.

Motorização
Você também estaria perdoado por assumir que é simplesmente uma Bandit 650 carenada. Só que ela tem sua própria identidade e oferece uma experiência bem diferente do que andar na Bandit. O motor quatro cilindros de 656cc foi totalmente revisado com mapeamento para oferecer mais força em alta rotação. Enquanto a Bandit tende a produzir sua potência e torque na baixa, esta moto traz uma sensação mais esportiva. Há ainda uma ênfase na potência em média rotação e a moto acelera de forma constante a partir de 4000rpm. Isso se deve ao sistema de injeção eletrônica SDTV (Suzuki Dual Throttle Valve).

Conforto
Um passeio rápido já destaca o quanto a posição de pilotagem é confortável. O guidão é, obviamente, mais erguido que o da GSX-R, por isso você não precisa assumir aquela pose de super piloto, e os benefícios são menos pressão nos punhos e um passeio mais relaxante para suas pernas. O guidão é montado sobre coxins de borracha para reduzir as vibrações e a posição mais ereta significa uma melhor visão da estrada, sem o estilo bunda pra cima e cabeça pra baixo das esportivas.

O assento integrado em uma peça única é perfeito para carregar um garupa e o conforto é tão grande na traseira da moto como na dianteira. O apoio do garupa é de fácil acesso e você não tem a sensação de que está muito acima do piloto. A carenagem no estilo GSX-R facilita uma velocidade cruzeiro saudável e mesmo com ventos mais fortes a Suzuki consegue se manter na linha.


O painel é bem completo, tem um grande conta-giros e um velocímetro digital, além dos outros instrumentos comuns.

O Painel da Suzuki GSX650F 2009



Dirigibilidade
Testar a natureza esportiva da motocicleta é uma sensação fantastica.Quando chega a hora de estacionar a moto você já se encontra totalmente imerso na experiência da pilotagem sem se sentir sobrecarregado e cansado. As suspensões têm diferentes ajustes, são confiáveis e perfeitas para seu propósito.

A GSX650F vem com os mesmos pneus Bridgestones que as Bandits, mas o composto do pneu dianteiro é diferente. A aderência agrada e encoraja uma tocada mais esportiva e a moto faz curvas muito bem, podendo se deitar a moto até encostar o joelho no asfalto. O freio Tokico de quatro pistões na dianteira e o Nissin de duplo pistões na traseira não apresentam dificuldade em freiar a moto rapidamente. A moto, que está mais para uma Sport Touring do que para uma Super Esportiva, prioriza o conforto e não o desempenho. É uma excelente opção para quem gosta de viajar e quer um bom desempenho e visual esportivo em uma moto de baixo custo.

Veredito

São os pequenos detalhes assim como a dirigibilidade que faz essa moto funcionar tão bem. É perfeita para viagens solitárias ou com garupa, jovens ou experientes pilotos com estilo esportivo ou comportado. A GSX650F é ágil, divertida e mais do que capaz de lidar com qualquer situação que você encontre no caminho. É sem dúvida o pacote completo.





















Leia mais!

segunda-feira, 1 de junho de 2009

TESTE SUZUKI EN 125 YES

A Suzuki EN 125 Yes é hoje a sétima moto mais vendida do Brasil, com 22.191 unidades emplacadas até junho, segundo dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores).

O modelo também é o carro-chefe da marca japonesa no país e está à frente da Honda Pop 100, Yamaha Fazer 250, Sundown Web 100, Yamaha XTZ 125 e Honda XR 250 Tornado.

A linha 2007 do modelo de baixa cilindrada traz um pacote bem completo de itens de série: painel com indicador de marchas, partida elétrica, rodas de liga-leve calçadas com pneus sem câmara, freio a disco na dianteira, bagageiro, sistema que reduz a emissão de poluentes, além da nova cor prata, grafismo e piscas. Aliado a estes atributos, a Yes 125 é econômica e bastante ágil no trânsito urbano.

A boa aceitação do produto no mercado se refletiu em um expressivo volume de vendas, cerca de 3.700 unidades/mês em 2007. O resultado superou as expectativas da Suzuki .

Considerada uma das mais bem equipada da categoria, a Suzuki EN125 Yes é alternativa ao transporte público. Em função de sua fácil condução, o modelo pode ser usado também como ferramenta de trabalho ou para o lazer, já que possui mecânica simples e um bom custo-benefício.

O preço sugerido é de R$ 5.758,00, contra a R$ 4.925,00 da “pé-de-boi” Honda CG 125 Fan, R$ 6.443,00 da Yamaha YBR 125 ED e R$ 5.548,00 da Sundown Max SED, suas principais concorrentes.


Design


A Yes 125 traz design moderno, se comparado com as demais motos de sua categoria. O destaque fica por conta do tanque, que tem capacidade para 14 litros de gasolina. O painel desta street incorpora velocímetro, hodômetros total e parcial e o prático indicador de posição de marchas, muito útil para quem está se iniciando no mundo das duas rodas. Já o marcador de combustível está integrado ao tacômetro (marcador das rpm). Na pilotagem noturna, o painel de instrumentos oferece excelente leitura.

Há outros elementos que valorizam o desenho da moto como, por exemplo, rodas de liga-leve em forma de estrela; suporte da pedaleira em

alumínio, protetor de escape, bagageiro para transportar pequenos objetos — a popular churrasqueira. Além disso, há pontos de fixação na lateral da rabeta. Em função da adoção de uma espuma de boa densidade, o banco em dois níveis é bastante confortável.

A Yes adotou também novos piscas, que contam com design mais esportivo, lâmpadas mais leves e sistema anti-vibração do filamento, além de farol em policarbonato, que proporciona melhor iluminação. Para completar, a Suzuki EN125 Yes ganhou a cor prata, trava de direção e um sistema anti-furto acionado com a chave, na própria ignição.


Motor e ciclística

De mecânica simples e fácil manutenção, a Yes está equipada com o tradicional motor monocilíndrico de quatro tempos e comando simples no cabeçote. O propulsor desenvolve potência de 13 cv a 8.500 rpm e torque de 1,15 Kgf.m a 7.000 RPM.

Para largar na frente dos carros, a moto precisaria de um pouco mais força em baixas rotações. Porém, é acima das 7.000 rpm que a Yes oferece melhor rendimento. Ou seja, o motor desta de 125 cm³ gosta de trabalhar sempre “cheio”.

O câmbio de cinco velocidades tem engates precisos e macios. Leve (112 quilos), a moto apresentou-se bastante ágil na cidade, principalmente trafegando pelos corredores formados pelos automóveis. O consumo ficou em 35 Km/l.

Ecologicamente correta, o modelo Suzuki está equipado com o sistema PAIR, que envia o ar fresco do filtro de ar diretamente para as portas de escape. Assim, os índices de emissão de hidrocarbonetos e monóxido de carbono são reduzidos.

Na parte ciclística, a Yes 125 apresenta um conjunto equilibrado, perfeitamente dentro de sua proposta de uso urbano. Na dianteira, disco ventilado de 240 mm de acionamento hidráulico (mordido por pinça de dois pistões), que poderia ser mais “nervoso”. Já a suspensão telescópica conta com amortecimento hidráulico. O tradicional sistema absorve bem os impactos com o solo, mas deveria ser um pouco mais rígido.

Na traseira, freio a tambor de 130 mm de acionamento mecânico e com sapatas expansoras internas. Além de balança articulada, com dois amortecedores hidráulicos, que oferecem cinco ajustes da pré-carga da mola. O freio a tambor bem ajustado é um eficiente aliado contra os “apuros” do dia-a-dia. Para ajudar ainda mais no controle desta “suzukinha”, o modelo recebeu pneus Pirelli MT 65, sem câmara e de desenho esportivo.




Ficha Técnica


Motor: Monocilíndrico de quatro tempos, com duas válvulas, OHC, refrigeração a ar
Cilindrada: 125 cm³
Potência máxima: 13 cv a 8.500 rpm
Torque máximo: 1,15 Kgf.m a 7.000 rpm
Alimentação: Carburador Mikuni VM22
Transmissão: 5 velocidades
Partida : Elétrica
Rodas e pneus dianteiros: Liga-leve – 2.75 – 18”, sem câmara
Rodas e pneus traseiros:18”, sem câmara
Freio dianteiro: Disco ventilado de 240mm, com acionamento hidráulico e mordido por pinça deslizante de dois pistões
Freio traseiro: Tambor de 130mm, acionamento mecânico com sapatas expansoras internas
Suspensão dianteira:
Suspensão traseira:
Comprimento: 1.945 mm
Altura: 1.070 mm
Largura: 735 mm
Distância entre-eixos:1.265 mm
Altura do assento: 735 mm
Peso: 112 kg
Tanque de combustível:14 litros
Cores: Vermelha, Preta, Azul e Prata
Preço: R$ 5.758,00


Leia mais!